Hoje: 19 de Nov de 2017

Palmeiras e Crefisa selam paz

Pouco mais de um mês após estourar a crise entre o Palmeiras e suas principais patrocinadoras, Crefisa e FAM, as partes mantêm o casamento em paz e não pensam em romper, mas sem o mesmo amor do início da relação.

O presidente Paulo Nobre não participa dos diálogos entre clube e parceiras desde que Leila Pereira, dona das empresas, deu entrevista ao LANCE! criticando a “falta de lealdade” do Verdão ao cogitar o lançamento de uma camisa casual com o logo da Parmalat. Quem representa o Palmeiras nas conversas é Maurício Galiotte, vice-presidente do clube e provável candidato da situação nas eleições do fim de 2016.

A camisa da discórdia, ideia que o clube diz ter partido da Adidas, foi só a gota d'água para estremecer a relação. A Crefisa bancou a reforma da sala de imprensa da Academia de Futebol, mas nem Leila Pereira e nem seu marido, José Roberto Lamacchia, foram convidados para a cerimônia de inauguração.

Esse fato motivou a empresa a suspender as obras de modernização da Academia, que custarão cerca de R$ 8 milhões e deveriam ficar prontas no início do ano que vem. A empresa já avisou que não vai mais ajudar o clube “na base da confiança” e quer registrar este auxílio em contrato para retomar o trabalho.

Além dos contratos de patrocínio com FAM e Crefisa, há outro documento, relacionado à contratação de Barrios, no valor de R$ 40 milhões. O dinheiro vem em forma de patrocínio para o programa de sócio-torcedor Avanti. Os parceiros também bancaram as compras de Vitor Hugo e Thiago Santos e queriam ajudar mais para 2016, mas ainda não foram procurados para tratar sobre reforços.

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